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SÉRGIO SAMPAIOCantor e compositor brasileiro.Suas composições vão do samba e choro ao rock e ao blues.Junto com Raul Seixas lançou Sociedade da Grã-Ordem Kavernista apresenta Sessão das dez (1971).Gravou quatro discos, mas possui uma grande quantidade de composições.Segundo Lenine, Sampio foi um nome marginalizado como um dos "malditos" da músuca popular brasileira.
Eu estou conectado com o mundo!
E não sei o nome do meu vizinho.
Estou me comunicando em tempo real com outros países,
Mas não posso dar um abraço no meu amigo.
Bem, temos que ver o lado positivo das coisas.
Mesmo assim, encontro mais pontos negativos.
O solitário da era digital, agora, pode informar isso ao mundo.
Só não sei a quem vai interessar.
E assim vamos convivendo, Dona Internet.
Você se fazendo de ouvido para o meu grito silencioso.
O dinamismo da evolução,
humana e digital,
Não pode ser interrompido.
Clayton28.07.2011
Diz a lenda que existiu um lugarOnde os sonhos eram compatrilhadosE a realidade não era tão cética.Nesse lugar haviam gatos escarlatesCom seus pulsos pulsantes quePreferiam um jantar nefasto a um doce despertar.O Louco corria à caça da sonsa donzelaQue buscava alforria...e vice-versa.Diz a lenda muito mais.Mas histórias acabam.Fim.
A boca abertaExibia o último sorriso.- Partiu dessa pra melhor.E o novo sinal na faceServia de tatuagemPara corroboraçãoDo derradeiro atestado.A noite segue frescaE o cadáver também.Claytonabr.2010
Começa novamente a devoção:ESCREVER PARA NINGUÉM.Olhos espremidos na parca faixa de luz.O tronco curvado,A mão cansada,O tronco pesado.Escrever para que?O pensamento já está confuso,O peito já foi gasto,Certeza do ato insensato.E o silêncio compondo a trilha sonora.Desiste, solitário companheiro.Tua voz já está rouca,Tua orelha está mouca,Tua mão não tem mais tato.Terminou o atocontato entre tinta e substrato.Ausência de um parto.Agora, de fato,Acabou-se o extrato.ClaytonRecife, fev. 2010.